Ação Bate-Papo, 19/09, 16hs
15/09/2009
Bate-Papo: “Visita Guiada”
Sábado, 19/09
16hs
Local: Núcleo de Estudos da Fotografia
vermelho 03
08/09/2009
Vermelho 03.
08/09/2009
Aviso
04/09/2009
O encontro do dia 05 de setembro foi adiado para o dia 19/05, no mesmo horário.
Bate-Papo dia 22/08, 16hs
21/08/2009
Ação Bate-Papo:
22/08 (Sábado) – 16hs – Sessão de filmes – “TUPAMAROS”
Local: Núcleo de Estudos da Fotografia – Rua Conselheiro Araújo, 315 – fone:3262-1362
Por que Tupamaros?
21/08/2009
Dada – Situacionismo – Tupamaros – Conceitualismo.
No ano de 1970 Luis Camnitzer escreveu esta espécie de genealogia da história da arte, todavia após alguns anos descartou a tentativa de construir uma história da arte por parecer totalizante e redutora. O que permaneceu foi a idéia de que as operações dos Tupamaros eram uma forma válida de arte.
Os Tupamaros (Movimento de Libertação Nacional – Tupamaros) surgiram no Uruguai em meados dos anos 60. As ações realizadas pelos Tupamaros não tinham a estética como preocupação central, e sim a necessidade de comunicar idéias diretamente ao público. Num período em que o Uruguai vivia uma suposta normalidade e formalmente (legal) uma democracia, as ações buscavam desfazer este mito. Apontavam para a construção de uma sociedade aristocrática-autoritária através de um governo que alguns anos mais tarde assumiu-se como mais uma das ditaduras militares latino-americanas.
A “desmaterialização da arte” pensada por Lucy Lippard e John Chandler, entre os anos 60-70, é ,no caso americano e anglo-saxão, uma desmaterialização do objeto enfatizada pela enfaze não-visual dos trabalhos. Em 1967, ano da publicação do artigo “a desmaterialização da arte”, Lippard e Chandler diziam que o objeto tornava-se obsoleto e que “qualquer dia, num futuro próximo, será necessário o escritor ser um artista, assim como, um artista ser um escritor”.
Para Camntizer a desmaterialização de trabalhos latino-americanos pode ser pensada pela contextualização, ou quem sabe através da politização daquele conceito, em respeito às referências ideológicas que surgem no enfrentamento de problemas sociais.
“Se existe uma linha que separa a arte da política, há dois eventos na América Latina que tocam esta linha [...]. Os Tupamaros exemplificam a política aproximando-se o máximo possível da fronteira artística” (Luis Camnitzer, em Didactica de la liberación: arte conceptualista latinoamericana, p. 65)
Felipe Prando e Milla Jung
Curitiba, 21 de agosto de 2009.
Sobre os lugares das exposições
10/08/2009
O espaço expositivo localizado no Centro Cultural Solar do Barão havia sido pensado e projetado para ser o espaço da dinâmica do trabalho, todavia a estrutura necessária não foi disponibilizada pela Bienal. O que temos lá, no dia de hoje, além de flyers, é um freezer que está fabricando peças vermelhas de gelo que serão utilizadas em intervenções que realizaremos no Centro Cívico da cidade de Curitiba. Estamos trabalhando para reconfigurar a apresentação desta parte do trabalho que está no Centro Cultural. É possível que no decorrer da semana, ou mesmo de todo calendário expositivo, a organização da sala seja transformada. A idéia é que esta sala abra questões que estamos buscando desenvolver.
O espaço no Centro Cultural Solar do Barão seria uma base (ponto de encontro) para o desenvolvimento do projeto a ser construído no decorrer do tempo da exposição que está prevista para ser encerrada dia 11/10/09. Em decorrência da falta da estrutura (equipamentos expositivos – uma sala com espaço para um freezer, uma mesa, quatro cadeiras, parede para fixar textos e fotografias, um computador e um projetor multimídia) resolvemos criar um site/blog que será nosso espaço expositivo enquanto durar o projeto, ou durar o blog/site. Qualquer um poderá acessar/visitar o site/exposição no endereço www.vermelho2009.wordpress.com.
vermelho 02.
09/08/2009

vermelho 02.
09/08/2009

